O glaucoma é caracterizado pelo aumento da pressão intraocular, que provoca o endurecimento do globo e determina uma compressão do nervo óptico tendo como efeito diminuir a acuidade visual que leva à perda da visão.

Considerada uma doença silenciosa, já que não apresenta sintomas até que a perda da visão comece a incomodar, o glaucoma é a principal causa de cegueira irreversível no mundo, atingindo cerca de 12% da população mundial, segundo dados da Organização Mundial de Saúde.

O glaucoma está entre as doenças crônicas, ou seja, não tem cura, e a visão perdida não pode ser recuperada.

Porém, quando diagnosticado no início, o glaucoma pode ser controlado pelo uso de colírios que controlam a pressão intraocular, evitando a perda da visão.

Outras formas de parar o efeito do glaucoma é com cirurgia ou uso de laser.

Glaucoma

No Brasil, conforme os registros, estima-se que existam um milhão de casos de glaucoma.

Em grande parte dos casos, o glaucoma pode atingir os dois olhos.

O problema maior é que, muitas pessoas que já estão com glaucoma não sabem, e não seguem o tratamento adequado, com isso a visão vai sendo cada vez mais prejudicada.

A principal forma de prevenir o glaucoma é fazendo exames oftalmológicos regularmente, quem não tem fatores de risco, deve fazê-los anualmente.

Há dois tipos de glaucoma:

– ângulo aberto – é gradual, lento e assintomático e responde por 90% dos casos;

– ângulo fechado – pode ocasionar dores de cabeça, dor no olho, auréolas de arco-íris ao redor das luzes, náusea e vômitos.

Riscos

Alguns fatores de riscos devem ser especialmente levados em consideração, quando o assunto é glaucoma.

Redobre a atenção e informe seu oftalmologista se:

– houver casos de glaucoma na família (parentes de primeiro grau com glaucoma aumenta de três a cinco vezes a chance de ter a doença);

– tiver pressão intraocular elevada;

– for maior de 50 anos;

– tiver diabetes;

– fizer uso prolongado de corticoides;

– tiver lesões oculares; e

– for de descendência negra.

O diagnóstico do glaucoma envolve a medição da pressão intraocular e a avaliação do nervo óptico, com o exame de fundo de olho.

Havendo a evidência de glaucoma, o médico pode pedir exames complementares para concluir o diagnóstico.

Fontes: Sociedade Brasileira de Oftalmologia; Biblioteca Virtual em Saúde/Ministério da Saúde; e Agência Brasil.

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